Newsletter
 

Receba nossas atualizações











 


A multiplicação da esperança
Imprimir E-mail

“Então Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre eles; e também igualmente os peixes, quanto queriam” – João 6:11.

Ao multiplicar os pães e os peixes, Jesus fez muito mais do que um milagre físico.  Na verdade, nos ensinou sobre alguns milagres que devem acontecer em nossas vidas a partir do momento que cremos Nele e permitimos que dirija as nossas vidas. 

1. Transporta-nos do grupo dos consumidores para o grupo dos provedores

Deus nos projetou, originalmente, para sermos provedores.  A promessa a Abraão era de que ele seria uma benção e nele seriam benditas todas as famílias da terra.  O grupo dos consumidores da fé é o que mais tem crescido atualmente.  Consome-se o evangelho e seus produtos como se consomem bens materiais.  Estamos perdendo a perspectiva de que nascemos de novo e a imagem de Deus está sendo refeita em nós para sermos luz para aqueles que ainda estão mortos.

2. Tira-nos da multidão e nos introduz no grupo de discípulos

A multidão é sempre confusa e desorientada.  Na multidão há escassez de alimentos, de visão, de propósitos.  Na multidão não temos um nome, somos apenas um número.  Quando somos incluídos no grupo dos discípulos a nossa vida é reorientada, a escassez termina e a nossa visão é aberta.

3. Tira-nos do grande circulo de pessoas que criam problemas para o restrito circulo de pessoas que têm as soluções.

É inegável que, num mundo em que Satanás é considerado o príncipe, haja muito mais problemas que soluções.  A multidão não conseguiu se organizar de forma a equacionar a situação e buscar alimento.  A solução veio de um grupo restrito que, apesar de também não ter a solução, estava próximo de um Deus poderoso.

4. Tira-nos do grupo dos famintos para o grupo dos que têm os cestos cheios

 O milagre não apenas alimentou uma multidão como resultou em doze cestos de pães cheios que sobraram.  Daria para alimentar outro grande grupo de pessoas se fosse necessário.  O grupo dos cestos cheios pode jejuar por opção, o grupo dos famintos não tem a opção de se alimentar se quiser.  Geralmente, depende do outro grupo. 
 
5. Tira-nos do grupo dos pessimistas para o grupo dos que exercem fé 

Tanto Filipe quanto André foram realistas na sua análise.  Fizeram uma leitura correta da situação.  O primeiro argumentou que a multidão era grande e não havia lugar por perto onde  pudessem conseguir alimento para tanta gente.  O segundo constatou que havia um rapaz com cinco pães e dois peixes.  Como poderia se pensar em alimentar uma multidão com isso?
Ambos tiveram conclusões práticas e realistas, porém, pessimistas.  Esqueceram que estavam na presença de Jesus.   Por um momento apagou-se da memória deles que pouco antes a água havia sido transformada em vinho; o filho de um oficial do rei havia sido curado; um paralítico há trinta e oito que esperava no tanque de Betesda agora caminhava normalmente.

Oswaldo Chirov
chirov@uol.com.br

 
 
Desenvolvido por A3 - Usando Joomla Open Source